24 set Finanças pessoais e profissionais: como equilibrar a balança?
Realmente é preciso separar as finanças pessoais e profissionais? Neste artigo, você descobre essa e outras respostas para aprimorar seu planejamento de futuro, visto que a questão envolve as entradas e saídas dos orçamentos de casa e do trabalho.
No post de hoje, temos dicas práticas para que os advogados possam otimizar a gestão financeira que abrange as contas da família e do escritório ou mesmo da prática do Direito como autônomo e profissional liberal. Siga conosco e confira!
Qual a diferença entre finanças pessoais e profissionais?
A diferença entre finanças pessoais e profissionais reside na fonte e destinação dos recursos. O campo pessoal engloba o dinheiro da própria pessoa ou da sua família para o sustento e bem-estar. Já a esfera profissional envolve o capital e os custos da atividade laborativa, incluindo a gestão do escritório de Advocacia, por exemplo.
Em se tratando de um escritório, também é fundamental considerar a gestão administrativa juntamente com as questões financeiras, atuando de forma eficaz, eficiente e efetiva para assegurar a sustentabilidade do negócio, adotar as boas práticas de governança, gerar resultados de longo prazo e se destacar no mercado.
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Por que diferenciar as finanças pessoais das profissionais?
Diferenciar as finanças pessoais das profissionais é importante para manter o equilíbrio de ambos os orçamentos, os quais devem ser feitos separadamente. Além disso, pode-se mitigar os riscos de “mascarar” a situação real das contas do negócio, o que pode gerar problemas ligados à fiscalização da Receita Federal.
Adicionalmente, vale considerar o quesito previsibilidade. Enquanto as receitas e despesas da família tendem a ser mais estáveis, os honorários advocatícios podem variar para cima ou para baixo dentro de um mês, dependendo do modelo de atuação do advogado, o que requer um controle financeiro assertivo.
7 dicas práticas para equilibrar as finanças pessoais e profissionais
A seguir, elencamos 7 dicas práticas que vão além de separar as finanças pessoais e profissionais para também ajudar a planejar o horizonte a ser conquistado no futuro, de modo que você e sua família possam realizar seus objetivos e projetos.
- Crie 2 orçamentos para manter segmentadas as contas da casa e do trabalho, observando com clareza as respectivas entradas e saídas de capital, assim como a eventual necessidade de cortar gastos supérfluos.
- Forme uma reserva de emergência para a família e outra para os momentos de imprevisibilidade dos honorários, a fim de ter mais tranquilidade para lidar com imprevistos ou avaliar a tomada do crédito consciente, se preciso.
- Trace metas financeiras de curto a longo prazo, além de usar outras ferramentas de organização, a exemplo da regra 50-30-20 para destinar o capital conforme as despesas essenciais, o lazer e a construção de futuro.
- Defina um pró-labore mensal, com valor fixo, para fazer uma retirada pessoal do fruto do seu trabalho. Assim, você evita usar o caixa do escritório ou a conta de autônomo e profissional liberal como sua carteira particular.
- Mantenha as contas separadas de pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ), visto que facilita o fluxo de caixa e a organização orçamentária, além de evitar problemas com o Fisco, inclusive na declaração do Imposto de Renda.
- Tanto pessoal quanto profissionalmente, monitore a movimentação de capital, os custos e os impostos, para manter tudo em dia. No caso dos negócios, esse cuidado contribui para planejar um crescimento perene.
- Amplie o rol de conhecimentos sobre temas de interesse. Para exemplificar, a Escola Superior de Advocacia Nacional (ESA) oferece o curso: “Técnicas de gestão e de administração financeira para escritórios de Advocacia“.
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Como construir segurança financeira sendo advogado?
Agora que você já sabe como separar suas finanças pessoais das profissionais, que tal dar o próximo passo no seu planejamento de futuro? Com a OABPrev-SC, você forma uma poupança previdenciária para ter mais segurança financeira.
Por meio do primeiro plano de previdência para advogados do Brasil, você tem mais flexibilidade para construir seu patrimônio e receber uma renda futura que favorece a manutenção do padrão de vida da família, mesmo após o fim da fase laborativa.
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