Nova reforma da previdência: teremos mais ajustes para 2030?

Nova reforma da previdência: teremos mais ajustes para 2030?

Será que vai acontecer uma nova reforma da previdência social no curto prazo? Apesar dos efeitos das mudanças realizadas em 2019, especialistas dizem que pode ser necessário fazer mais ajustes em 2027 ou 2030 para equilibrar as contas públicas.

Segundo o jornal Valor Econômico, o déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem desacelerado, contudo, o cenário ainda é de despesas em alta, além de receitas enfraquecidas, o que mantém no radar a possibilidade de outra reforma previdenciária.

Continue a leitura do artigo para entender o panorama atual da previdência social oficial (o INSS) e sua diferença para a previdência complementar (a exemplo do plano da OABPrev-SC). Assim, você pode planejar sua renda futura com mais segurança.

Está prevista uma nova reforma da previdência?

Especialistas ouvidos pelo Valor apontam que uma nova reforma da previdência pode ser realmente necessária nos próximos anos. Para eles, as mudanças de 2019 foram positivas, mas ainda são insuficientes para lidar com a mudança demográfica e alta das despesas.

De acordo com o diretor-presidente do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social, Paulo Tafner, “sem ajustes, em 2030, o país terá que fazer uma reforma com corte de benefícios devido à falta de recursos para efetuar pagamentos”.

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O que significa uma reforma da previdência?

Ter uma reforma da previdência significa alterar as regras vigentes para as aposentadoria e pensões, podendo aumentar a idade mínima ou o tempo de contribuição e até mudar o valor dos benefícios, por exemplo.

De modo geral, o foco é reduzir a pressão orçamentária com o déficit nas contas públicas e a elevação da expectativa de vida, buscando equilibrar o sistema e viabilizar a continuidade dos pagamentos para aposentados e pensionistas que recebem os benefícios do INSS.

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Qual a diferença entre a previdência pública e privada?

A previdência pública, também conhecida como previdência social oficial, paga aposentadorias e pensões de forma limitada aos contribuintes do INSS, como trabalhadores com carteira assinada ou mesmo autônomos e profissionais liberais.

Já a previdência privada ou complementar é uma forma eficiente de ter uma renda adicional, sem depender apenas do INSS ao concluir a fase laborativa, recebendo a aposentadoria ou pensão com base no patrimônio acumulado no plano.

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Como está o panorama da previdência social atualmente?

Em 2025, o pagamento de aposentadorias e pensões consumiu 3,42% do Produto Interno Bruto (PIB), na ordem de R$ 442 bilhões. Embora o déficit do INSS tenha desacelerado, a tendência é que as despesas sigam aumentando e as receitas enfraquecendo.

Os principais fatores que contribuem para esse cenário deficitário são: o fenômeno do envelhecimento populacional com os brasileiros vivendo mais, o desaquecimento no mercado de trabalho, a redução do poder de compra com a inflação e o desequilíbrio entre as contribuições feitas e os benefícios pagos.

Em outra matéria do Valor, há também a possibilidade de mudança na “arquitetura dos programas sociais, com fusão de benefícios ou criação da renda básica”, o que ajudaria a “mitigar os desafios relacionados à sustentabilidade das regras fiscais”.

Nessa linha, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda destacou que os programas sociais trazem um “desafio adicional ao arcabouço fiscal”, com a previdência social e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) “exercendo pressão fiscal significativa”.

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Como se preparar para o futuro com a previdência privada?

Havendo ou não uma nova reforma da previdência social no curto prazo, é essencial se planejar para o futuro. Experts dizem que o déficit do regime geral é uma “bomba-relógio”, portanto, não é seguro depender exclusivamente do INSS.

Lembre-se que a previdência complementar é uma opção inteligente para programar sua renda ao se aposentar daqui a 10, 20 ou 30 anos, mantendo o padrão de vida da família e realizando seus projetos com autonomia financeira.

Se você é um advogado catarinense, aproveite para conhecer a OABPrev-SC, o primeiro plano de previdência da advocacia do Brasil. Aqui, você tem a segurança e transparência necessárias para confiar o planejamento da sua aposentadoria.

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