26 fev Investir por conta própria: vale a pena mesmo? Prós e contras!
Está pensando em investir por conta própria, mas quer saber se realmente vale a pena? Neste artigo, esclarecemos os principais pontos que você deve levar em conta no mundo dos investimentos para otimizar a relação risco-retorno.
De acordo com o Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa da Anbima em parceria com o Datafolha, 59 milhões de pessoas investiram em produtos financeiros no ano de 2025 e a tendência é que esse hábito seja adotado por 39% da população.
Aliás, 51% dos entrevistados pretendem começar a fazer investimentos, prezando pela segurança. Justamente por isso, o post de hoje é focado em mostrar como investir de forma segura, seja por conta própria ou com uma gestão profissional.
O que significa investir por conta própria?
Investir por conta própria significa usar os conhecimentos pessoais para tomar decisões de investimentos, sem o apoio de especialistas na área. Isso pode ser feito pesquisando conteúdos focados no tema e usando ferramentas de corretoras, bancos e outras empresas do mercado financeiro para efetivar as operações.
Por exemplo, um advogado poderia fazer suas pesquisas em sites e canais de influenciadores que falam sobre finanças e, depois, usar o home broker para comprar os ativos. Entretanto, não sendo um profissional da área, como traçar uma boa estratégia e tomar decisões seguras e rentáveis ao investir por conta própria?
Continue a leitura para entender o que deve ser observado na hora de aplicar recursos e acompanhar a performance dos seus investimentos.
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O que saber na hora de investir por conta própria?
Antes de investir por conta própria, é vital conhecer os conceitos básicos desse universo. Por sinal, vale a pena consultar um profissional para refinar a estratégia, visando maximizar o potencial de retorno e mitigar os riscos de perder dinheiro.
Conceitos básicos dos investimentos
- Tripé dos investimentos: rentabilidade, risco e liquidez. Enquanto a rentabilidade é o ganho esperado, o risco representa a chance de perder dinheiro e a liquidez envolve a facilidade de resgatar os recursos aplicados.
- Categorias de investimentos: renda fixa e renda variável. Na renda fixa, o potencial de rentabilidade está indicado no momento da aplicação. Já na renda variável, o retorno depende da volatilidade do mercado.
- Perfil do investidor: conservador, moderado ou arrojado. Quanto ao nível de tolerância aos riscos, o conservador opta por segurança, o moderado fica no meio termo e o arrojado se arrisca mais, em busca de retornos elevados.
- Juros compostos: o tempo e o dinheiro trabalhando a seu favor. O capital aplicado rende sobre o valor inicial e, também, sobre os juros acumulados, potencializando o crescimento do patrimônio ao longo do tempo.
- Diversificação dos ativos: não colocar todos os ovos na mesma cesta. Aqui, o foco é distribuir a aplicação dos recursos em diferentes classes de ativos, mesclando os produtos de renda fixa com os de renda variável, por exemplo.
- Diferentes produtos financeiros para diversificar a carteira. Na renda fixa: Tesouro Direto, Certificado de Depósito Bancário (CDB), debêntures e afins. E, na renda variável: ações, Fundos Imobiliários (FII), criptomoedas e outros.
Dicas para investidores de primeira viagem
- Organize as finanças: entenda quanto ganha e gasta, assim como o valor que pode ser direcionado para investir. Esse controle é particularmente importante para quem não tem renda linear, como os profissionais liberais.
- Defina metas financeiras de curto, médio e longo prazo: a fim de guiar sua estratégia de investimentos, saiba o porquê quer investir: viajar para o exterior, compra um imóvel ou ter uma renda confortável ao se aposentar.
- Tenha uma reserva de emergência: guarde de seis a 12 meses dos seus custos fixos para lidar com imprevistos. Se possível, mantenha esse valor aplicado em produtos com liquidez diária, o que possibilita o resgate rápido.
- Faça uma estratégia compatível com seu perfil e objetivos: pesquise bastante sobre os ativos e o mercado financeiro. Depois, monte uma carteira diversificada, pensando em mitigar os riscos e elevar o potencial de retorno.
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Quais as opções além de investir por conta própria?
Até aqui, você já sabe o básico para investir por conta própria, certo? Porém, é importante lembrar que contar com uma gestão profissional otimiza os resultados dos investimentos, ajudando a conquistar os objetivos que você mesmo definiu.
Por exemplo, quem tem um plano de previdência na OABPrev-SC pode acompanhar nossa gestão profissional dos investimentos. Mensalmente, divulgamos relatórios para fins de prestação de contas, com transparência e responsabilidade.
Isso inclui: a análise do cenário econômico nacional e internacional, o histórico de rentabilidade, a performance e alocação dos ativos, a evolução patrimonial e a distribuição por fator de risco, entre outras informações relevantes.
Na OABPrev-SC, os processos de seleção, análise e negociação são realizados por gestores independentes, incluindo: Somma Investimentos, Mongeral Aegon Investimentos e Vinci Partners.
Já a custódia é feita pelo Banco Bradesco Custódia, que executa o fluxo financeiro, a controladoria e a guarda escritural. Também temos o apoio da Aditus Consultoria Financeira, que analisa o risco de cada título adquirido com foco na segurança.
As movimentações na carteira de investimentos são definidas em conjunto pelos gestores independentes e a Diretoria da entidade, com a análise do Comitê de Investimentos, buscando os melhores resultados, além de refletir a responsabilidade e o compromisso com os recursos que pertencem a cada participante.
Como a previdência privada ajuda a diversificar os investimentos?
O ato de investir, seja por conta própria ou com o apoio de uma gestão profissional, busca fazer o dinheiro trabalhar a seu favor. Logo, uma boa estratégia possibilita o crescimento do capital e até mesmo a obtenção de uma renda passiva para atingir metas futuras, como a independência financeira na aposentadoria.
Nós, da OABPrev-SC, contribuímos para que nossos participantes tenham futuros sólidos e tranquilos. Com nosso plano de previdência, os recursos investidos pelos advogados catarinenses são alocados de modo responsável, em produtos de renda fixa e variável, além de investimentos estruturados, no exterior e imobiliários.
Veja um exemplo da alocação feita em novembro de 2025, conforme o relatório de investimentos disponível no portal da transparência:
Quer conferir mais detalhes? Converse com nossos especialistas para entender como o plano de previdência da OABPrev-SC dá acesso a produtos financeiros diferenciados, com gestão profissional e responsável dos investimentos.