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13/06/2018
SAIBA COMO ORGANIZAR SUAS FINANÇAS E GARANTIR UMA RENDA ESTÁVEL QUANDO SE É AUTÔNOMO
Especialistas recomendam aplicar 10% dos ganhos e ter seguro para casos de doença ou perda de renda

Trabalhar por conta própria exige do autônomo um planejamento financeiro que compense a ausência dos benefícios de quem tem carteira assinada, como uma renda fixa, aposentadoria e cobertura do INSS em caso de afastamento do trabalho por acidente ou invalidez. O ideal, sugerem especialistas, é separar 10% dos ganhos mensais para aplicar em uma carteira diversificada de investimentos de baixo risco e alguns seguros pessoais. 
— Esse profissional que não tem a contribuição compulsória deve contratar um plano de previdência ou optar pelo “faça você mesmo”. As pessoas acham que é preciso ter um conhecimento absurdo sobre mercado financeiro, economia e finanças para isso. Mas só é preciso ter três caixinhas: uma renda fixa com liquidez imediata, que servirá de colchão financeiro, uma renda fixa para poder sacar em médio prazo e uma terceira parte em renda variável. Adicione um seguro de vida para garantir renda em caso de doença ou acidente que o afaste do trabalho, e o ciclo de planejamento financeiro está completo — orienta Mauro Calil, especialista financeiro e fundador da Academia do Dinheiro.
A renda fixa com liquidez imediata mais recomendada para esses profissionais é o Tesouro Selic — título atrelado à taxa de juros básicos da economia, a Selic, que está em 6,5% ao ano. É uma boa aplicação para quem busca baixo risco, alta liquidez e possibilidade de saque imediato, sem perda financeira. Os títulos prefixados, cuja rentabilidade já é conhecida na data da aplicação, como um CDB, também são recomendados. Virginia Prestes, professora de Finanças da Faculdade Armando Alvares Penteado, considera importante investir em uma previdência privada:
— Muita gente estigmatizou a previdência como um investimento que rende pouco e cobra muita taxa. Talvez isso tenha sido verdade no passado. Hoje em dia você tem excelentes instrumentos previdenciários. 

PRECAUÇÃO CONTRA GASTOS COM REMÉDIOS
Carlos Wald Reissmann, de 28 anos, é autônomo desde que entrou no mercado de trabalho, ao 18. Apesar de contribuir com o INSS mensalmente, nunca deixou de investir. Atualmente aplica parte de seus rendimentos em um fundo multimercados — que fica a meio caminho entre os investimentos mais conservadores e aqueles mais arriscados. Em 2017, as aplicações em multimercados bateram recorde. O produto teve a maior captação líquida da indústria de fundos: R$ 96,9 bilhões, volume quatro vezes maior que em 2016, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
— A condição de autônomo traz muita instabilidade. Você começa o mês sem ter um fluxo de caixa garantido e precisa se esforçar mais do que o necessário — diz Reissmann, que também é analista financeiro.
A quem não contribui com o INSS, recomenda-se ainda investir em seguros de vida, acidentes pessoais e prestamista — que cobre dívidas em caso de morte, invalidez e até perda de renda do segurado —, aconselha Edson Franco, presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). O mercado de seguros de pessoas, que inclui vida, acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, fechou 2017 com R$ 34,53 bilhões em prêmios, resultado 10,90% superior aos R$ 31,13 bilhões registrados em 2016, de acordo com a instituição.
— Com a retomada do crescimento econômico, esperamos manter o ritmo de expansão, com mais brasileiros contratando seguros para proteção pessoal e familiar — diz Franco.
A seguradora Mongeral Aegon, por exemplo, oferece seguros para incapacidade temporária, doenças graves e acidentes pessoais. O de doenças graves, um dos mais contratados, possibilita, em casos de câncer, infarto ou AVC, que o segurado receba a indenização de uma única vez. 
— São doenças que podem trazer um custo muito alto no momento em que ocorrem, com remédios, procedimentos que o plano de saúde não cobre ou mesmo o pagamento de um cuidador — explica Wagner Lima, superintendente comercial da Mongeral.
Para conseguir poupar mesmo não tendo certeza se haverá demanda por trabalho no mês seguinte, Virginia dá uma dica:
— O ideal é adequar as despesas ao menor rendimento mensal que se pode obter, para guardar todos os meses aquele excedente. É o famoso “pague a você primeiro”. Ser autônomo requer muita disciplina.

Fonte: G1 
 

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