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09/03/2018
ESPECIALISTA EM PREVIDÊNCIA LISTA 6 ESTÁGIOS PARA PLANEJAR A APOSENTADORIA


Dicas para a aposentadoria não virar um pesadelo. É preciso identificar quando o trabalhador vai se aposentar e qual valor ele quer receber.


O sonho da aposentadoria está cada vez mais se tornando um pesadelo. Para não ficar sonhando com ela, nem ficar tendo o pesadelo de ficar sem ela, o brasileiro precisa acordar.
Ficar esperando que alguma coisa aconteça não vai resolver o problema de ninguém. Mas o que fazer nesta hora em que nada está acontecendo? Fazer um diagnóstico previdenciário.
Para terem uma aposentadoria saudável, as pessoas precisam se planejar e ter em mente exatamente o que elas precisarão ter no futuro para manter ou até melhorar o padrão de vida no presente.

A estrada até a aposentadoria não tem volta. Ou você pega o caminho certo ou vai chegar no lugar errado.O planejamento adequado envolve seis estágios:
1. Fazer um levantamento de todas as contribuições e contratos de trabalho do passado
2. Computar o tempo de serviço e de contribuição
3. Observar as carências para cada um dos benefícios previstos pela Previdência Pública e descobrir quando vai se aposentar
4. Decidir qual benefício será mais vantajoso
5. Definir o valor das futuras contribuições até a data da aposentadoria
6. Verificar a necessidade de uma previdência complementar, e qual seria a mais recomendada

É isto que um diagnóstico previdenciário faz.

Quais são os tipos de trabalhadores que precisam “acordar” para não ficar longe do sonho da aposentadoria, nem torná-la um pesadelo?
Todos que ainda não se aposentaram. Os que trabalham por conta própria, os empregados e o servidor público, quer ele esteja vinculado ao INSS ou a um Instituto Próprio de Previdência.
Mas, quem tem mais risco de errar no planejamento são aqueles que tem que fazer a própria contribuição: os profissionais liberais, empresários e comerciantes.
Muitos desses profissionais não têm sido orientados corretamente sobre como, com quanto, e de que forma devem contribuir. Outros não têm e nunca tiveram qualquer orientação.

Com tanto desemprego, crise, desconfiança e discussão sobre reformas na Previdência Social, como o trabalhador pode pensar em aposentadoria?
Realmente tem muita gente jogando a toalha. Diante de tanta insegurança o contribuinte está deixando para trás este sonho.
Eu sei que é difícil pensar no futuro quando se tem dificuldade no presente. Tem quem está vendendo o almoço para comprar a janta.
O que essas pessoas precisam ouvir é que tem saída. Basta planejar.

Qual é a saída?
A lei tem pelo menos dois instrumentos importantes: a manutenção da carência sem contribuição e a redução da contribuição. Vou explicar.
O contribuinte pode ficar sem pagar o INSS de três a 36 meses sem perder direitos. Existem várias regras para isso.
Cerca de 20% de todas as contribuições do período que servirá para calcular a aposentadoria não serão utilizados no cálculo, portanto o trabalhador pode reduzir o valor da contribuição sem prejudicar o valor da aposentadoria e investir esta diferença na previdência complementar (privada), por exemplo.
Quase ninguém utiliza as brechas que tem na lei.

Qual é o primeiro passo que o contribuinte tem que dar para se beneficiar de uma dessas duas dicas?
Antes de mais nada, é preciso identificar quando o trabalhador vai se aposentar e qual valor que almeja receber de aposentadoria.
Sem essas respostas não há como definir a contribuição correta: se pode ficar sem contribuir ou reduzir o valor das contribuições.
No site www.tempodeservico.com.br é possível fazer o cálculo do tempo de serviço, de forma gratuita.
Com essas informações já dá para começar a pensar em previdência e se constatar que a Previdência Pública não vai garantir seu futuro, então é a hora de pensar na Previdência Privada.
Quem já tem uma previdência privada, tem que analisar se não é o momento para aumentar os aportes.
Fonte: O Globo
 

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