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02/06/2016
15,7% DOS JOVENS BRASILEIROS ESTÃO ENDIVIDADOS

O último levantamento realizado pelo Serasa Experian aponta que 60 milhões de brasileiros estão inadimplentes. Porém, um fator que preocupa bastante os economistas é percentual de jovens incluídos nesta lista. O estudo aponta que 15,7% dos endividados são pessoas entre 18 e 25 anos que, mesmo nessa faixa etária, já estão com contas atrasadas. São aproximadamente 9,4 milhões de jovens que no vermelho.
Enfrentando sua primeira crise econômica, o analista de sistemas, Luiz Fernando Pedroso, 25 anos, formou-se em 2014 e já conseguiu se alocar no mercado de trabalho conquistando uma ocupação pouco após receber o diploma, podendo assim, ter uma vida financeira mais independente, do que enquanto cursava o ensino superior, mas, nem por isso, ele deixou se levar pelas facilidades do consumo.
“É muito comum estar vendo alguma coisa que eu queira muito na internet, e ficar tentado em comprar, mas é preciso se conter.
Confesso que não gosto muito de fazer compras parceladas, fico inseguro de saber que no mês seguinte já terei algo a pagar, e não tem como garantir que continuarei empregado até lá. Não sou concursado”, avalia Luiz Fernando. Assim como ele, outros recém-chegados no perfil dos “financeiramente ativos” também estão mais receosos para não fazer parte da estatística negativa, a exemplo do atendente de telemarketing Kleber Feitosa, 21, que, por ter visto os pais se endividarem no passado, com as facilidades do cartão de crédito, não quer repetir a história agora que te tem maior poder de compra.
“Eu lembro que era uma parcela chegando a cada mês, e a conta não parava de crescer. Chegou um momento em que tivemos que fazer só os custos básicos por vários meses, e eu que queria comprar minhas roupas, sair com meus amigos, não podia fazer isso, porque não tinha dinheiro nenhum. Depois dessa experiência, a gente agora se policia e eu não quero passar por isso de novo”, relatou Kleber.
Falta de educação financeira contribui para o quadro
Embora o período de crise econômica tenha contribuído para que os consumidores, mesmo jovens, tenham mais cautela na hora de abrir a carteira, a tentação por alguns desejos de consumo desta faixa etária – que tem um foco maior no lazer, do que exatamente nas contas de casa – continuam fazendo reféns muitos que mal começaram a ter renda fixa.
De acordo com o economista e consultor financeiro Edísio Freire, uma das maiores causas para a irresponsabilidade com o gasto excessivo é a ausência de uma educação financeira ao longo da infância e da adolescência. Por não terem as noções básicas do quanto se gasta, sobre o que se pode ou não ter com determinada renda, a pessoa chega à fase adulta da vida, sem o controle do próprio orçamento.
Ainda neste aspecto, o que pode acontecer não é apenas acostumar mal a criança dando-lhe tudo o que pede, mas restringi-la. “Isso contribui para que o jovem, percebendo que agora tem mais poder de compra, passe a executa-lo com mais frequência”, explica o economista.
O meio onde vive este jovem adulto também pode influenciar em um comportamento de consumo que nem sempre é suportado pela sua renda. “O ambiente onde ele está inserido, as pessoas com quem se relaciona, sejam elas amigos ou colegas de trabalho, podem acabar influenciando nesta busca por status, onde se pode cair facilmente em armadilhas do cartão de crédito e do cheque especial”.
Em outra via, explica Freire, se encontram as instituições financeiras que são apresentadas a estes novos consumidores quando estes completam os 18 anos. No caso do jovem de classe média, esta é também a faixa etária em que ele está iniciando um curso do ensino superior.
“Não é incomum ver agências bancárias instaladas nas dependências dessas instituições, e, quando o jovem vai procura-las, é comum, que lhes vendam o serviço da conta universitária, que, se por um lado, possui uma série de facilidades, e proporciona o consumo, por outro, não educa sobre como fazer esse consumo de forma consciente”, observa o consultor financeiro.
Para Edísio Freire, a melhor maneira de evitar que os jovens comecem as dívidas mais cedo ainda deve vir do próprio lar. Entre os porquinhos, mesadas, e noções básicas sobre o que o dinheiro da família pode comprar, está a forma de criar uma consciência para que a criança, no futuro, não venha a comprometer a própria renda.
Fonte: Tribuna da Bahia

 

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